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Mostrando postagens de novembro, 2022

Somebody, by Netlfix: minissérie para fazer você gostar e apreciar terror e suspense coreanos.

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 Somebody é uma série sul-coreana que estreou em novembro de 2022.   A minissérie conta a história entreleçada e quatro pessoas: Kim Sum ( Kang Hae-Lim), uma menina no espectro de Asperger, com grande talento de programação, que projeta uma inteligência artificial, chamada Someone. Someone é uma espécie de amigo virtual, do qual deriva o app de encontros Somebody, em parceria com uma professora que identifica seu talento numa feira de ciências da escola. Kim Sum já vivia antes de disso de ajudar a pequenos golpistas, uma vez que sua bússola moral e emocional é um tanto amortecida pelo autismo. Conta também a história de Yeong Gi Eun (Kim Su Yeon), amiga de Kim Sum, uma policial bonita e extrovertida, por quem Kim Sum tem uma espécie de admiração platônica. Gi Eun sofre um acidente e fica paraplégica, mas volta a trabalhar, e tenta ter uma vida normal. Temos também, Im Mok Won (Kim Yong Gi) , uma jovem shaman lésbica, amiga de Gi Eun, que tenta navegar a vida espiritual e ...

Kingdom. Reinventing the zombie genre.

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Train to Busan brought to larger audiences in the Western world a brand new way of making zombie movies. It focus less on the zombies themselves, or on the conflicts of human settlements, in western style, but on human feelings, on how we cope with the absurd of people becomind rabid flesh eaters, with the horror, the ethical dilemmas, how we deal with it as individuals, as humans, and as societies. How can you kill that zombie who was once your best friend, your mother, your child? Would killing be something so easy as it is in a video game?  It also brought new aesthetics: less CGI, more practical effects, the zombies were more choreographed, lots of make up and characterization, their movements carefully studied to bring a feeling of disconfort, tension and repulsion on the audience. Then came Kingdom. Kingdom is a period horror series, on the zombie genre. This is in itself unusual. Zombies in Joseon, not in moders South Korea. It is set after the Imjin wars, after the Jap...

Kamen Rider Black Sun: um reboot honesto, bom e com boas memórias de tokusatsu

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Quando eu era criança, láááááá nos anos 70, eu acreditava que o lugar mais perigoso do mundo era Tókio. Lá haviam monstros horríveis, que frequentemente destruíam tudo.  Entre nós e o caos, restava o oficial Hayata incorporar o herói Ultraman e nos proteger! Claro que no meio da pancadaria piscava a luzinha da bateria terminando, e a gente torcia pro herói vencer antes de um fim triste. Tudo muito formulaico, mas eficiente. Já até venderam máscaras do Ultraman nas bancas de jornal, eu tive uma, e pulava pela casa fazendo o gesto de emissão de raios contra os inimigos, me revezando com os colegas em lutas ferozes. Podem me imaginar nessa pose. Foi a primeira exposição ao gênero tokusatsu, live action com uso de efeitos especiais, e um programa que já era um baião de dois do caramba, pois misturava kaiju (monstros), com mecha (máquinas, coisas mais tecnológicas), e heróis tipo Kamen Raider. Depois do Ultraman, já na geração da minha irmã do meio, o lance era o SpectreMan. Nada melhor...